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Abrir um vinho 3/40

23 de nov. de 2015
2 min de leitura


Mais um dia!

Apesar das atividades diárias serem semelhantes, gosto de pensar que são experiências únicas, afinal, não suporto rotina. Pensar assim me dá ânimo.

Neste período estamos vivendo o outono. O friozinho e a ausência de sol são situações esperadas e serão rotina em minha vida até meados de março, o que significa que vou (volta e meia) estar sempre falando dele com ações diferentes, ok?!

Minhas atividades de estudo e trabalho, hoje, foram internas, o que possibilitou um tempinho para divulgar o blog com os amigos do Brasil e, claro, disso surgiram agradáveis conversas com eles e, novamente, aquele sentimento confuso de alegria e tristeza, pois estou amando a morada em Portugal, mas felizmente a palavra “saudade” faz parte da língua portuguesa de certa forma original e única.

Adoro conviver! Sempre recebia os amigos em casa. Amava cozinhar para eles, jogar conversa fora. Beber, isso não foi feito para mim, sempre evitei o álcool. Sempre que bebia uma pequena dose já estava nocauteada e, quando acontecia, era nos fins de semana, e muito raro. É sério! Tenho uma amiga que sempre falava quando estávamos juntas e eu não queria beber, ela dizia: “Não confio em quem não bebe.” Eu dizia: “Nem em mim?” Ela dizia: “Gosto muito de ti, amiga, mas fica difícil de confiar.”

Aqui, com este friozinho, as cenas mudaram um pouco. Estou vivendo a dieta mediterrânea, uma taça de vinho por dia. Sim, amiga, agora pode confiar em mim! Não há dia certo, todo dia é dia de beber para aquecer ou, mesmo, comemorar.

Hoje teve variação entre 7° e 4°. O aprendizado de beber, que já vinha sendo praticado, agora necessitou de um pouco mais, uma taça de vinho extra para aquecer. Também foi dia de aprender abrir a garrafa de vinho. Ainda bem que veio na mala um abridor do Brasil. Bem que meu marido tem razão, ele é um abridor que ajuda os amadores.

Viva à nós, viva à vida

Beijinhos e até amanhã.

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